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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Torres Vedras ganha prémio ambiental da UE



Em 1999, Torres Vedras incluiu a sustentabilidade do território e a proteção do ambiente nos seus objetivos estratégicos. A cidade desenvolveu o Plano Municipal Ambiental, elaborado com o envolvimento dos cidadãos e parte do seu território foi reconhecido na Rede Natura 2000, rede ecológica para o espaço comunitário da União Europeia. Em 2005, foi criada uma estrutura municipal destinada à educação e sensibilização ambiental dos cidadãos. Estamos profundamente convencidos que só o conhecimento das questões ambientais conduzirá a que os nossos cidadãos adotem comportamentos sustentáveis e promovam em conjunto um futuro melhor para nós e para as gerações vindouras. Nos últimos dez anos, desenvolvemos uma política ambiental que procura garantir uma mobilidade sustentável, preservar a biodiversidade e modernizar a gestão da água. Dois novos instrumentos de gestão – o Plano de Ação da Energia Sustentável e a Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas – dão um novo impulso ao desempenho ambiental da cidade. O Prémio “European Green Leaf” é o reconhecimento do trabalho árduo levado a cabo pela cidade de Torres Vedras nos últimos 15 anos, no sentido de oferecer uma melhor qualidade de vida aos cidadãos. Este prémio constitui um incentivo para a cidade manter estes padrões e garantir um crescimento ainda mais sustentável no futuro. Para citar Kofi Anan: “O nosso maior desafio neste século é pegar numa ideia que parece abstrata – Desenvolvimento Sustentável – e torná-la realidade para todas as pessoas do mundo”.

Torres Vedras é uma cidade portuguesa localizada no litoral, 50 km a norte de Lisboa. Com cerca de 79 465 habitantes e uma área que cobre aproximadamente 400 km2, tem mais de 20 km de costa. Dotada de fortes ventos costeiros e quase 2 500 horas de céu limpo durante o ano, a região tem uma localização privilegiada para aproveitar a energia eólica e solar. Torres Vedras tem atualmente instalados nove parques eólicos que produzem energia suficiente para satisfazer todas as suas necessidades em termos de eletricidade. O Júri do “Green Leaf” ficou particularmente impressionado com o empenho desta cidade premiada em promover uma maior sensibilização ambiental e práticas sustentáveis na comunidade local.

Mobilidade Sustentável  - A cidade de Torres Vedras tem envidado todos os esforços para tornar as zonas para os peões e a utilização da bicicleta e dos transportes públicos opções mais seguras e fáceis. Cerca de 50 km de ciclovias estão já em funcionamento, e um novo sistema de partilha de bicicletas que disponibiliza em 14 estações distribuídas pela cidade bicicletas públicas, para utilização da população. Existem várias novas vias pedonais, e 12 pontos públicos de carregamento para veículos elétricos. Atualmente está a ser preparada uma estratégia de mobilidade ainda mais ambiciosa para incentivar a partilha de viaturas, oferecer mais incentivos para a utilização de veículos elétricos e promover a utilização do transporte público.

Proteção da natureza - A cidade tem trabalhado no sentido de assegurar o acesso a espaços verdes e às zonas naturais a todos os habitantes de Torres Vedras. Existem 255 km de percursos pedestres e 25 ha de zonas verdes na cidade. Nos últimos três anos, foram plantadas 1 000 árvores. A Câmara Municipal promove um projeto de hortas comunitárias, bem como de hortas escolares, onde as crianças aprendem a cultivar vegetais e a cuidar das plantas. A autarquia trabalha em conjunto com a comunidade local para gerir e preservar a área de paisagem protegida de âmbito local das Serras do Socorro e da Archeira.

Estratégia de gestão da água - Foi implementada uma estratégia de gestão da água, com recurso à telegestão, para reduzir radicalmente as perdas de água. A autarquia promove sistemas de irrigação eficientes dos seus espaços verdes. O Centro de Educação Ambiental dispõe de um sistema de recolha e reutilização de águas pluviais e de “águas cinzentas”.

Participação pública - A cidade de Torres Vedras tem como missão criar uma cidade sustentável e a participação dos seus cidadãos é essencial para concretizar este objetivo. A autarquia está empenhada em fomentar a educação para a sustentabilidade junto dos seus cidadãos e a envolver a população local nas suas políticas. Os cidadãos são convidados a apresentar propostas sobre questões como mobilidade, energia e conservação da natureza e as suas sugestões são tidas em conta nas políticas da autarquia. O Centro de Educação Ambiental de Torres Vedras recebe cerca de 10 000 visitantes por ano promovendo atividades de formação e educação ambiental. O edifício, certificado pelo sistema LiderA, com projeto de construção sustentável e com classe de eficiência energética A+, possui sistemas de produção de energia a partir de fontes renováveis, sendo um edifício modelo para a cidade.



sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Até onde irá a estupidez de Donald Trump?!


 Ainda à pouco tempo cerca de duas semanas este iluminado da politica fez questão de nos informar a todos que as alterações climáticas era nada mais, nada menos que uma invenção chinesa, para se sobrepor ao ocidente economicamente, e ontem disse mais umas quantas:
"Penso que a pureza do ar é um problema premente, queremos ar e água puros. É muito importante para mim e ganhei vários prémios ambientais. Mas não acredito nas alterações climáticas" Traduzindo comprei muitos galardões ambientais. Pois uma pessoa com esta postura apenas vê a parte económica das coisas, pois a parte social, ambiental ou politica é posta totalmente de parte para este ente que muita gente anda a cobrir nos média.
"Já lhe chamámos aquecimento global, alterações climáticas, agora chamam-lhe fenómenos extremos de meteorologia. (...) "Mas, veja, é o tempo. Temos grandes inundações, (...) as notícias da noite mostram sempre uma grande tempestade, um tornado, isto ou aquilo. O tempo é assim".
Trump coloca-se ao lado dos republicanos dos Estados unidos, que se opõem à agenda ambiental do presidente Barack Obama, nomeadamente ao plano de redução das emissões de gases com efeito de estufa.
 O rei do mercado imobiliário americano está a precisar urgentemente de alguém que o dê um abanão, mas vamos esperar pelas próximas intervenções patéticas deste senhor...
Cláudio Jardim 25/09/2015

domingo, 22 de março de 2015

22 de Março

 Hoje é o dia Mundial da ‪#‎Água‬, aquela associação de moléculas que é o ouro da nossa vida ‪#‎H2O‬ pois ela sim faz a grande diferença na nossa qualidade de vida, pois sem ela não tínhamos acesso a esta mensagem por exemplo.

 Escrever aqui servirá apenas como forma de ‪#‎mitigação‬ para a‪#‎preservação‬ da água, pois 99.9% das pessoas que têm acesso à‪#‎internet‬ têm acesso à água, isto não quer dizer que essas mesmas pessoas não devam poupar, devem sim e principalmente sensibilizar que está próximo de si a poupar, seja de que forma for, pois mesmo sabendo que em #2030 cerca de 40% da água potável desaparecerá segundo a‪#‎ONU‬ divulgou este mês de Março de 2015.
 Se todos nós fizermos uma pequena chamada de atenção aos nossos colegas, amigos, familiares, vizinhos, etc.... iremos fazer toda a diferença.........não seja indiferente à sua própria qualidade de vida.
 Cada partilha desta mensagem irá fazer mais alguém fechar a torneira um pouco mais cedo.....
Cláudio Jardim

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Primeira aldeia Portuguesa de iluminação LED

Montesinho é a primeira aldeia com iluminação LED 

 Autarquia fez um investimento de 2400 euros, o que vai permitir poupança anual na ordem dos 1500 euros na factura da eletricidade.
 A aldeia de Montesinho, situada no concelho de Bragança, é a primeira na região Norte com iluminação pública 100% LED. A Câmara Municipal investiu cerca de 2400 euros em lâmpadas de baixo consumo, aproveitando uma campanha da empresa fornecedora de energia, o que vai permitir uma poupança anual na ordem dos 1500 euros e uma redução no consumo de energia na ordem dos 65 por cento.
 Montesinho, que é uma das aldeias mais emblemáticas do concelho de Bragança torna-se agora mais amiga do ambiente, sendo que poderá sempre melhorar noutras áreas.
 O presidente da Câmara Municipal de Bragança confessa que aproveitou uma campanha o que veio reduzir em seis vezes o investimento nas lâmpadas LED.



Cláudio Jardim 12/11/2014

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

WWF - Relatório Planeta Vivo 2014 lançado no dia 30 de Setembro

 Segundo a WWF Internacional e conforme podemos acompanhar no relatório de 2014, os números não são nada animadores.
 "De acordo com o Relatório Planeta Vivo 2014 da WWF, as populações de espécies de vertebrados diminuíram para menos de metade em apenas 40 anos. O relatório, divulgado hoje, confirma o contínuo declínio de espécies e alerta para a necessidade de soluções sustentáveis para salvar o planeta. 

 O Relatório Planeta Vivo 2014 apresenta também a Pegada Ecológica – que mede a pressão humana sobre a natureza – que mantém a sua escalada ascendente. Em conjunto, a perda de biodiversidade e a pegada insustentável ameaçam os sistemas naturais e o bem-estar humano, mas podem também indicar-nos quais as acções a tomar para inverter as tendências actuais.  

 "A biodiversidade é uma parte crucial dos sistemas que sustentam a vida na Terra - e o barómetro daquilo que estamos a fazer a este planeta, que é a nossa única casa. Precisamos urgentemente de acções corajosas a nível global em todos os sectores da sociedade, de forma a construir um futuro mais sustentável", disse o director-geral da WWF Internacional Marco Lambertini."


Fonte: www.wwf.pt

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Carro leva 35% do ordenado

António Martins Neves escreveu no pedais.pt o seguinte:
"Um português que receba o ordenado médio no país, 711 euros líquidos por mês, trabalhe a 15 km de casa e se desloque no carro particular, gasta com o automóvel 35 por cento do vencimento – 250 euros.
As contas foram feitas pelo engenheiro João Pimentel Ferreira, defensor da bicicleta como meio de locomoção diário, que as defendeu numa conversa com o Pedais.pt.
Ao todo, em Portugal, os 5,7 milhões de automóveis existentes, mais do que um carro por cada dois habitantes, têm um custo de 12 mil milhões de euros, 7 % do Produto Interno Bruto (PIB), o dobro do buraco do BPN, mais do que os juros que se pagam pela dívida pública e o mesmo que se gasta com as pensões pagas pela Segurança Social anualmente.
“Nesta altura há mais automóveis do que pessoas com trabalho, o que não deixa de ser estranho”, realça.

A acrescer a todos estes custos há ainda o impacto que o uso do carro tem na redução da velocidade a que os seus utilizadores se deslocam, numa perspetiva virtual. João Pimentel Ferreira acrescenta à fórmula de cálculo as horas que cada automobilista tem que pagar diariamente para pagar o automóvel em que se desloca, e que são é média três horas diárias.
Deste modo, além do tempo consumido na deslocação em meio urbano de 15 km para cada lado, e que dá a média de uma hora, se lhe forem somadas as horas que o proprietário tem que trabalhar para o pagar, a velocidade virtual baixa para 7,5 km/hora, o que é pouco mais rápido do que andar a pé e muito menos do que a deslocação numa bicicleta, acrescenta o engenheiro eletrónico e sócio da associação de promoção do uso da bicicleta MUBi.
Esta realidade “é uma irracionalidade extrema”, considera o técnico, atualmente a residir na Holanda.
“Há várias formas de mobilidade, e há centenas de meios de transporte entre dois determinados locais, o automóvel é apenas um deles, e não deixa de ser estranho que é aquele que é amplamente mais ineficiente do ponto de vista energético (acha mesmo normal alocar a força de 90 cavalos para puxar uma pessoa?), sendo o meio de transporte também, que traz mais consequências negativas para o bem comum, como poluição sonora e do ar, sinistralidade e ocupação de espaço público”, escreveu João Ferreira no seu blogue, onde explica os verdadeiros encargos que os automobilistas têm que suportar, muitas vezes sem fazerem as contas."
Fonte: http://pedais.pt/carro-leva-35-por-cento-do-ordenado-e-anda-a-metade-da-velocidade-virtual-da-bicicleta/
Todos nós temos uma qualquer desculpa para não usar a bicicleta como meio de transporte, mas a realidade é que a maioria de nós sabe que tem uma solução para usar este meio de transporte. A crise económica que Portugal tem vindo a atravessar tem trazido muitas bicicletas para a rua, o que tem tido um impacto positivo na economia familiar e individual.
Cláudio Jardim 18/06/2014

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A importância dos municípios para a mobilidade.



 Infelizmente ao ver este video identifico muitas zonas do nosso país, em que mesmo morando ou estando a apenas alguns metros do local pretendido vemos-nos obrigado a ir de carro pois não existem acessos pedestres, como exemplos que toda a gente conhece são os acessos a grande maioria das nossas grandes superfícies, especialmente fora dos grandes centros urbanos, em que os acessos a essas são apenas por carro e o acesso pedestre não tem as mínimas condições de segurança.
 Hoje em dia é perigoso deixar o filho ir para a sua escola a pé, pois o transito automóvel é maior, mas os passeios pedestre são cada vez mais pequenos ou mesmo inexistentes, o que leva a que grande maioria dos pais tenham de ir colocar os filhos à escola e no final do dia ir apanhar os filhos à escola. Ainda hoje me lembro que com apenas 6 ou 7 anos passei a ir para a escola sozinho e caminhava cerca de 1 km até à escola e ao final do dia ia até às aulas de judo ou de artes plásticas que ficavam a cerca 1 km da escola, isto hoje em dia é totalmente impensável para mim como pai, pois o transito automóvel é maior principalmente derivado a que ao final do dia toda a gente esta a conduzir para apanhar os filhos nas escolas e colocar nas actividades o que faz com eu mesmo seja obrigado a realizar a mesma coisa. Isto levará a outros problemas que não irei falar agora sobre a autonomia das crianças hoje em dia.
 Mas e se fosse como antes? Quanto poupariam os pais destas crianças? Quanto pouparia o país em importação de energia? Qual seria a diminuição do impacto de poluição?

 Pássaros voam, peixes nadam e as pessoas andam.



Cláudio Jardim 04/02/2014

domingo, 1 de dezembro de 2013

Recomendações para este Natal

 Agora que começa um dos meses com mais consumismo do ano, vamos tentar mudar a nossa atitude, usa as tuas ideias e não o teu poder de compra.

Cláudio Jardim 01/12/2013










quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Novamente Varsóvia


Bem tal como esperado hoje temos a noticia que cerca de 130 países abandonaram as negociações da cimeira, devido a burocracias dos países mais desenvolvidos dizem eles.
 Bem no meu ponto de vista as coisas podem ser postas um pouco mais simples, para que toda a gente as perceba.
 Os países mais desenvolvidos querem baixar as emissões a um ritmo relativamente lento, o que leva a que os seus níveis de emissões por parte das indústrias seja praticamente não seja afetado, e esses mesmos países querem também que os menos desenvolvidos não cresçam os níveis de emissões que produzem atualmente, logo não podendo desenvolver-se ao ritmo que estavam à espera. Isto leva a que fossem quebradas as conversações, e leva a que estejamos a adiar até 2015 uma resposta que já deveria ter sido decidida agora.
 Uma situação que a maior parte dos ambientalistas apontam é a seguinte, porque é que os países desenvolvidos não têm de pagar pelo que fizeram desde a revolução industrial? Será que esse pagamento não serviria para ajudar os países menos desenvolvidos a ter um crescimento mais sustentável? Porque não se usa a tecnologia que conhecemos ao nível das renováveis para fazer dos países menos desenvolvidos exemplos para seguirmos nos países mais desenvolvidos? Porque não se aproveita para começar do zero nos países menos desenvolvidos, sem fazer as asneiras que nós já fizemos no passado? Porque estamos a adiar o inadiável?
 Estas e muitas outras perguntas são colocadas pelos ambientalistas nas mais diversas manifestação que se fizeram sentir nestes dias à porta da cimeira, mas são também as perguntas que o mais comum do cidadão faz. Nestas cimeiras deveria haver o bom senso por parte de todos, sem pensar em lucros ou em benefícios próprios, pois só assim conseguimos chegar a algum lado.

 Cláudio Jardim 21/11/2013

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O que andamos a fazer???!!!!




Certificação e Rotulagem de eficiência hídrica

De modo a que os consumidores possam conhecer a eficiência dos dispositivos de utilização de água, a Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais (ANQIP) criou um sistema de Certificação e Rotulagem de Eficiência Hídrica de Produtos.


Esta medida voluntária iniciou-se em Novembro de 2008, com a certificação de autoclismos, tendo-se alargado posteriormente a outros dispositivos, como chuveiros e torneiras. Em geral, a rotulagem apresenta sete classes de eficiência hídrica, que variam entre A++ e E, permitindo ao consumidor distinguir estes equipamentos de acordo com o respetivo consumo de água.

 Os produtos das classes de eficiência hídrica mais elevada terão em regra uma indicação no rótulo com um aviso relativo a eventuais exigências de performance, comodidade na utilização ou saúde pública. Na aquisição do dispositivo, deverão ter-se em atenção as indicações presentes na etiqueta de eficiência hídrica.

Dispositivo
Classes de eficiência
Indicação na etiqueta
Autoclismos
A+ e A++
Válido apenas quando a bacia de retrete e o dimensionamento da rede forem adequadas a estes volumes de descarga
Chuveiros
A e A+
Recomendável a utilização de torneiras termostáticas
Torneiras
A e A+
Recomendável a utilização com arejador
Fluxómetro de mictório
A+ e A++
Válido apenas para mictórios cuja performance seja garantida com estes volumes de descarga
Fonte: http://www.anqip.com/ em 29/10/2013

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A reciclagem é o caminho para o colapso económico?

No sentido macro a ecologia e a economia não andam de mãos dadas. As duas palavras são de origem grega. Oikos = casa, logos = estudo – Ecologia é o estudo da casa, do planeta, do meio e do ambiente que vivemos. Oikos = casa, nomos = normas – Economia são as normas da nossa casa, os métodos que usamos para sobreviver no meio e no ambiente da nossa casa maior, que é o planeta, até a nossa casa menor, em que residimos. Essas duas ciências fazem parte de uma só, pois ambas visam à manutenção e ao funcionamento da vida social, porém, elas são distintas. Como fazer com que uma não afete a outra? Desde os primórdios o homem se inclina a criar utensílios para facilitar a própria existência e para sobreviver. A capacidade criativa do homem se desenvolveu justamente pelo motivo do homem não ter nenhum escudo que o defenda do meio e do ambiente que estiver. Se for para o frio, dependerá de uma proteção fabricada para se proteger e não morrer congelado, se for para o calor, dependerá de outra proteção fabricada para se proteger e não morrer cozido. Sem a capacidade de criar ferramentas para sobreviver, o humano já teria sucumbido a muito tempo, pois sem suas defesas artificiais, é um inútil. O urso polar tem sua proteção natural contra o frio, que é uma pele grossa com uma camada espessa de pelos. O lagarto do deserto do Saara também tem sua defesa, uma pele grossa e o sangue frio. E o homem tem o que se não a chance de imitar os outros animais? É por isso que o homem cria para sobreviver. Toda a criação do homem requer matéria, e de onde ele extrairá a matéria para criar o que pretende se não for do meio onde vive? Sendo assim, ele (o homem) extrai da Terra as matérias necessárias para sua criação miraculosa, mas será que para sobreviver o homem

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Reino Unido 2/5 das produções agrícolas destruídos por serem feios

 Hoje vamos falar de um artigo do  The Guardian que nos fala que dois quintos da fruta e vegetais são destruídos e não chegam aos consumidores devidos a terem um aspecto "feio".



 Um estudo recente no Reino Unido apresenta estes valores de 2/5 de produto rejeitado, produto agrícola esse que mais tarde é usado para alimentação de animais ou então enterrado novamente nos campos agrícolas. Este estudo apresenta também dados sobre o desperdício que é registado em uma família inglesa que pode chegar aos quase 5 kg por semana o que ao fim de um ano dará  260 kg, o que economicamente falando essa família deita fora cerca de 900€ por ano.
 O relatório destaca as prioridades de pesquisa para ajudar a reduzir o desperdício de alimentos , incluindo a melhoria das colheitas e tecnologias de embalagem , boa previsão do tempo sazonal e novas formas de reduzir o desperdício de alimentos dentro de casa.
 Esta já é a segunda vez que alertamos esta semana para o desperdício alimentar ainda antes de os produtos chegarem ao consumidor final, pois na nossa página do facebook já tínhamos colocado um artigo em que tínhamos uma senhora a oferecer visitas à sua quinta e a fruta que lá está pela mesma não ser aceite no mercado devido a não ter o tamanho requerido pelos retalhistas.
 Temos de mudar mentalidades pois o desperdício que ocorre a nível mundial é enorme por uma questão de "estética alimentar", cada um de nós tem um papel fundamental nestes desperdícios, mas as grandes empresas retalhistas são o principal ponto desta questão e eles devem ter uma atitude diferente, ou os diversos governos devem mesmo incutir uma atitude no mercado.

 Cláudio Jardim 19/09/2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Quénia reservas de água para os próximos 70 anos.

  Foram descobertos dois importantes aquíferos através de investigação via satélites realizadas com o apoio do Japão, pois os mesmos encontravam-se a investigar a possível investigação de petróleo naquele país.
 Esta é uma excelente noticia para um pais que tem níveis de pobreza muito elevados e esta será uma excelente noticia pois assim podem ter um maior aproveitamento da agricultura.

Retirado de http://pessoas.hsw.uol.com.br/informacoes-quenia.htm

 Estes resultados foram depois confirmados por furos no local realizados pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), os quais num comunicado conjunto com o governo

Semana da Mobilidade no Funchal 16-22 de Setembro

 Esta semana decorre a Semana da Mobilidade do Funchal, uma semana que terá algumas actividades e inaugurações de forma a que a população ganhe maior sensibilidade para esta situação.
 Durante a semana terão uma exposição no Largo do Município onde podem ver veículos alternativos.
 Podem ver todo o programa no site da Câmara do Funchal.


Cláudio Jardim 17/09/2013

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Finalmente Pequim toma uma atitude perante a poluição.

Retirado de - http://grist.org/cities/can-drastic-new-anti-pollution-rules-help-clean-up-beijings-air/?utm_source=twitter&utm_medium=tweet&utm_campaign=socialflow


Pois como toda a gente sabe Pequim sofre de uma enorme poluição atmosférica, razão pela qual o governo finalmente optou por tomar medidas trágicas para tentar diminuir até 2017 em 25% dessa mesma poluição.
 O Turismo é um dos sectores que mais tem sofrido com os níveis de poluição, pois os turistas evitam aquele destino para não por a sua saúde em risco.
 Neste momento o governo encontra-se a apostar em várias soluções tais como:

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Os 3 Rs

 Muita gente já ouviu falar sobre os 3 Rs mas afinal o que são? Pois bem os 3 Rs são a base de sustentação de uma atitude mais ecológica e mais consciente para com o mundo que estamos inseridos, ou seja um mundo de consumismo, principalmente do consumismo que não damos conta no nosso dia a dia, ou seja, as embalagens. Quando compramos um pacote de bolacha temos a embalagem de cartão ou plástico em que se encontra, as embalagens de dose individuais no seu interior, a caixa onde estava colocadas as embalagens, e plástico que tinha em volta dessa caixa, entre muitos outros produtos os quais pagamos e não

Andamos preocupados com questões erradas?

 O mundo anda preocupado em ter guerras, lutar por petróleo, dinheiro e poder, e vai criando falsos refugiados, sim falsos refugiados, esta ...