O mundo anda preocupado em ter guerras, lutar por petróleo, dinheiro e poder, e vai criando falsos refugiados, sim falsos refugiados, esta questão poderá ser inconfortável para muitos, mas a realidade é se continuarmos parados em relação ao que estamos a fazem ao nosso planeta, teremos milhões de refugiados e não apenas milhares que fogem da guerra nos mais diversos países do mundo.
Os actuais refugiados apenas existem porque nos preocupamos com as tais questões erradas, ou seja, por causas das lutas por poder que nada trás de positivo a ninguém.
Se olharmos para dentro do nosso país e vermos quantos de nós seremos refugiados dentro das nossas próprias fronteiras ficamos chocados, mas isso apenas dura umas horas ou uns dias, depois voltamos à nossa rotina do consumo excessivo. Temos de mudar de atitude e rápido pois já vamos atrasados, e uma coisa que a mãe natureza tem é que não espera por ninguém, não espera que nos tornemos-nos inteligentes, tal como sempre nos apelidamos.
Cláudio Jardim 16/07/2019
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terça-feira, 16 de julho de 2019
segunda-feira, 29 de maio de 2017
LIDL reduz a emissão de talões automáticos. (Menos Papel)
Ainda é um campo muito pouco explorado ao nível do desperdício de papel, pois as novas tecnologias podem e devem ser usadas num contexto de redução do uso de papel, assim como os recibos electrónicos e não em papel. Mas já é um passo de louvar.
https://www.noticiasaominuto.com/economia/711247/lidl-taloes-vao-deixar-de-ser-automaticos-ambiente-agradece
Cláudio Jardim
29/05/2017
https://www.noticiasaominuto.com/economia/711247/lidl-taloes-vao-deixar-de-ser-automaticos-ambiente-agradece
Cláudio Jardim
29/05/2017
quarta-feira, 15 de junho de 2016
Torres Vedras ganha prémio ambiental da UE
Torres Vedras é uma cidade portuguesa localizada no litoral, 50 km a norte de Lisboa. Com cerca de 79 465 habitantes e uma área que cobre aproximadamente 400 km2, tem mais de 20 km de costa. Dotada de fortes ventos costeiros e quase 2 500 horas de céu limpo durante o ano, a região tem uma localização privilegiada para aproveitar a energia eólica e solar. Torres Vedras tem atualmente instalados nove parques eólicos que produzem energia suficiente para satisfazer todas as suas necessidades em termos de eletricidade. O Júri do “Green Leaf” ficou particularmente impressionado com o empenho desta cidade premiada em promover uma maior sensibilização ambiental e práticas sustentáveis na comunidade local.
Mobilidade Sustentável - A cidade de Torres Vedras tem envidado todos os esforços para tornar as zonas para os peões e a utilização da bicicleta e dos transportes públicos opções mais seguras e fáceis. Cerca de 50 km de ciclovias estão já em funcionamento, e um novo sistema de partilha de bicicletas que disponibiliza em 14 estações distribuídas pela cidade bicicletas públicas, para utilização da população. Existem várias novas vias pedonais, e 12 pontos públicos de carregamento para veículos elétricos. Atualmente está a ser preparada uma estratégia de mobilidade ainda mais ambiciosa para incentivar a partilha de viaturas, oferecer mais incentivos para a utilização de veículos elétricos e promover a utilização do transporte público.
Proteção da natureza - A cidade tem trabalhado no sentido de assegurar o acesso a espaços verdes e às zonas naturais a todos os habitantes de Torres Vedras. Existem 255 km de percursos pedestres e 25 ha de zonas verdes na cidade. Nos últimos três anos, foram plantadas 1 000 árvores. A Câmara Municipal promove um projeto de hortas comunitárias, bem como de hortas escolares, onde as crianças aprendem a cultivar vegetais e a cuidar das plantas. A autarquia trabalha em conjunto com a comunidade local para gerir e preservar a área de paisagem protegida de âmbito local das Serras do Socorro e da Archeira.
Estratégia de gestão da água - Foi implementada uma estratégia de gestão da água, com recurso à telegestão, para reduzir radicalmente as perdas de água. A autarquia promove sistemas de irrigação eficientes dos seus espaços verdes. O Centro de Educação Ambiental dispõe de um sistema de recolha e reutilização de águas pluviais e de “águas cinzentas”.
Participação pública - A cidade de Torres Vedras tem como missão criar uma cidade sustentável e a participação dos seus cidadãos é essencial para concretizar este objetivo. A autarquia está empenhada em fomentar a educação para a sustentabilidade junto dos seus cidadãos e a envolver a população local nas suas políticas. Os cidadãos são convidados a apresentar propostas sobre questões como mobilidade, energia e conservação da natureza e as suas sugestões são tidas em conta nas políticas da autarquia. O Centro de Educação Ambiental de Torres Vedras recebe cerca de 10 000 visitantes por ano promovendo atividades de formação e educação ambiental. O edifício, certificado pelo sistema LiderA, com projeto de construção sustentável e com classe de eficiência energética A+, possui sistemas de produção de energia a partir de fontes renováveis, sendo um edifício modelo para a cidade.
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terça-feira, 14 de junho de 2016
Projecto Take 3
Pois é já a algum tempo que já não escrevo no blog, e sendo que se está a aproximar o verão achei por bem vos falar de um projecto que apesar de estar do outro lado do mundo deveria ser Global, o TAKE 3. Este projecto é muito muito simples de se por em prática, para tal apenas é preciso um pequeno gesto da parte de cada banhista este verão, e qual é esse gesto?? Simples! Sempre que vá à praia traga consigo mais 3 pedaços de lixo do que aquele que levou consigo.
Agora faça o seguinte quando chegar à praia olhe para o numero de banhistas que ali estão, e pense se todos ou quase todos eles conhecerem o projecto a diferença que isso fará já nesse mesmo dia na sua praia.
Vamos lá tentar mudar um pouco as nossas praias.
Cláudio Jardim 14/06/2016
Agora faça o seguinte quando chegar à praia olhe para o numero de banhistas que ali estão, e pense se todos ou quase todos eles conhecerem o projecto a diferença que isso fará já nesse mesmo dia na sua praia.Vamos lá tentar mudar um pouco as nossas praias.
Cláudio Jardim 14/06/2016
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Até onde irá a estupidez de Donald Trump?!
Ainda à pouco tempo cerca de duas semanas este iluminado da politica fez questão de nos informar a todos que as alterações climáticas era nada mais, nada menos que uma invenção chinesa, para se sobrepor ao ocidente economicamente, e ontem disse mais umas quantas:
"Penso que a pureza do ar é um problema premente, queremos ar e água puros. É muito importante para mim e ganhei vários prémios ambientais. Mas não acredito nas alterações climáticas" Traduzindo comprei muitos galardões ambientais. Pois uma pessoa com esta postura apenas vê a parte económica das coisas, pois a parte social, ambiental ou politica é posta totalmente de parte para este ente que muita gente anda a cobrir nos média.
"Já lhe chamámos aquecimento global, alterações climáticas, agora chamam-lhe fenómenos extremos de meteorologia. (...) "Mas, veja, é o tempo. Temos grandes inundações, (...) as notícias da noite mostram sempre uma grande tempestade, um tornado, isto ou aquilo. O tempo é assim".
Trump coloca-se ao lado dos republicanos dos Estados unidos, que se opõem à agenda ambiental do presidente Barack Obama, nomeadamente ao plano de redução das emissões de gases com efeito de estufa.
O rei do mercado imobiliário americano está a precisar urgentemente de alguém que o dê um abanão, mas vamos esperar pelas próximas intervenções patéticas deste senhor...
Cláudio Jardim 25/09/2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Ambiente Amanhã
O filme Ambiente Amanhã, produzido pelo Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia (MAOTE), com o apoio da APA, tem a duração de 23 minutos e pode ser visto gratuitamente na sala SIGMA do MAOTE, diariamente, até outubro de 2015.
Local: Rua de “O Século”, 51, em Lisboa.
Sessões: segunda a sexta-feira
Horário: 10.30h | 11h00 | 12h00
Marcações obrigatórias para:ambienteamanha@sg.maote.gov.pt
Aceda aqui ao trailer.
Fonte: http://www.apambiente.pt/
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Carro eléctrico da Apple
Segundo o The Wall Street Journal a Apple quer ver nas linhas de montagem o seu carro eléctrico já em 2019, sendo que deu luz verde ao projecto "Titan" e alocou 600 trabalhadores para a realização do projecto.
Este passo da Apple como empresa líder de mercado em outras áreas tecnológicas poderá ser uma peça fundamental para finalmente vermos os preços dos automóveis verdes baixar, pois também a Tesla tem vários projectos em mãos de forma a garantir mais e melhores baterias.
Cláudio Jardim 22/09/2015
quarta-feira, 18 de março de 2015
Abate de veículos em fim de vida
A APA lançou um comunicado a 04/04/2015 com as perguntas frequentes que poderemos ter sobre o abate de veículos em fim de vida, tal como transcreve-mos abaixo.
Esta é uma das apostas do governo actual para a chamada fiscalidade verde, este processo tem pontos positivos e negativos na minha opinião, pois o incentivo à aquisição de veículos "verdes" deveria ser fomentado seja qual for o processo de aquisição, sendo defensor mesmo que veículos eléctricos importados não deveriam ser taxados ao chegar ao nosso país visto que a aposta da nossa industria e comercio tem sido quase nula neste tipo de veículos. É muito bonito legislar e tirar uma fotografias com comissários europeus a passear por Lisboa em carros de algumas marcas conhecidas, mas isso não faz de nós inovadores em nada.
Aqui fica as perguntas frequentes sobre os incentivos para o abate de veículos, podendo clicar no link abaixo para aceder:
http://www.apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2015/Perguntas_Frequentes_Abate_Veiculos_Fim_Vida_v3.pdf
Cláudio Jardim 18/03/2014
Esta é uma das apostas do governo actual para a chamada fiscalidade verde, este processo tem pontos positivos e negativos na minha opinião, pois o incentivo à aquisição de veículos "verdes" deveria ser fomentado seja qual for o processo de aquisição, sendo defensor mesmo que veículos eléctricos importados não deveriam ser taxados ao chegar ao nosso país visto que a aposta da nossa industria e comercio tem sido quase nula neste tipo de veículos. É muito bonito legislar e tirar uma fotografias com comissários europeus a passear por Lisboa em carros de algumas marcas conhecidas, mas isso não faz de nós inovadores em nada.
Aqui fica as perguntas frequentes sobre os incentivos para o abate de veículos, podendo clicar no link abaixo para aceder:
http://www.apambiente.pt/_zdata/DESTAQUES/2015/Perguntas_Frequentes_Abate_Veiculos_Fim_Vida_v3.pdf
Cláudio Jardim 18/03/2014
domingo, 1 de março de 2015
Sustentabilidade é Acção: Campanha "Growbed" - Hortas Noocity (crowdfunding...
Sustentabilidade é Acção: Campanha "Growbed" - Hortas Noocity (crowdfunding...: NooCity é um novo projeto de Ecologia Urbana do Porto. Pretendem avançar para a fase de produção das " Growbeds ", para o que la...
Passem por lá e deixem o vosso apoio.
Cláudio Jardim 01/03/2015
Passem por lá e deixem o vosso apoio.
Cláudio Jardim 01/03/2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Relatório do Estado do Ambiente de 2014
Já se encontra disponível o Relatório do Estado do Ambiente de 2014 (REA 2014).
O documento inclui um curto enquadramento socioeconómico nacional, seguido de um capítulo de atualização dos cenários macroeconómicos apresentados pela primeira vez no REA 2013. A componente central do Relatório é composta por sete capítulos que descrevem sucintamente 32 indicadores: Economia e Ambiente; Energia e Transportes; Ar e Clima; Água; Solo e Biodiversidade; Resíduos e Riscos Ambientais.
Por fim, é incluído um capítulo que procura identificar em Portugal evidências da evolução de duas tendências pesadas analisadas pela Agência Europeia do Ambiente desde 2010: intensificação da competição mundial por recursos e consequências cada vez mais graves das alterações climáticas.
Fonte: http://www.apambiente.pt/
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Parlamento Europeu aprova nova legislação sobre cultivo de OGM nos Estados-Membros
Segundo o comunicado de imprensa abaixo transcrito:
O Parlamento Europeu aprovou hoje uma diretiva que dá mais flexibilidade aos Estados-Membros para proibirem ou limitarem o cultivo de organismos geneticamente modificados (OGM) autorizados a nível da UE nos seus territórios, com base em motivos ambientais, como a manutenção da biodiversidade local, nos impactos socioeconómicos ou em critérios relacionados com o uso do solo, entre outros. Em 2014, a área cultivada com OGM em Portugal era de 8542,41 hectares.
![]() |
| https://www.flickr.com/photos/kt/3096246152/in/photostream/ |
A alteração do atual quadro legislativo da UE relativo aos OGM visa dar mais latitude e uma maior segurança jurídica aos Estados-Membros que desejem proibir, na totalidade ou em parte dos seus territórios, o cultivo de OGM permitidos a nível europeu.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Ciclovia e passagem pedonal na Ponte 25 Abril
Segundo António Santos este projecto é viável e é até mesmo um pecado não avançar.
Podemos ver no Site da Ciclovia Alma Lisboa:
A ponte 25 de Abril tem quase 50 anos e ainda lhe falta uma coisa para a tornar mais moderna: dotá-la de uma ciclovia/passagem pe
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Jornal Mapa - Não Ao Petróleo E Gás No Algarve
O presidente da PARTEX, António Costa Silva, declarava em 2010 que a Bacia do Algarve, a 8.5 km da Ilha de Faro, possuía reservas de gás 20 vezes maiores do que os campos de gás na vizinha costa espanhola. A concessão algarvia, assinada em Outubro de 2011 com o consórcio REPSOL-YPF e RWE tem, desde Janeiro de 2013, como únicos concessionários a REPSOL (90%) e a PARTEX (10%).
A Associação ASMAA (Algarve Surf and Marine Activities Association / asmaa-algarve.org) preocupada
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Dia Natura 2000 a 21 de Maio
A Rede Natura 2000 convida-te a contribuir para a campanha do dia da rede Natura 2000.
Para participar basta que acedas ao link abaixo e faças o upload de uma representação de uma borboletas com as tuas próprias mãos. Podes também marcar a tua foto no Facebook no Twitter ou no Instagram com #natura2000day
Link -Natura 2000 Day
Cláudio Jardim 30/04/2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Central Termoeléctrica do Pego
Entre 1973 e 1979
Portugal passou por uma crise no sector energético que foi particularmente
sentida pela dependência que o país tinha dos produtos petrolíferos, pois a
dependência da importação destes produtos era bastante sentida nesta altura.
Neste contexto o governo em parceria com a então Electricidade de Portugal, EDP
- EP, entendeu alterar a sua estratégia de expansão do parque termoeléctrico,
tomando a resolução de construir centrais destinadas a queimar carvão
importado. Sendo que o principal objetivo era a diversificação do uso de fontes
de energias primárias e ao mesmo tempo o uso de fonte de energia economicamente
mais viáveis para o país.
Sendo que então foi construída a Central
Termoeléctrica do Pego a qual foi inserida na estratégia nacional de energia a
qual veio reforçar a capacidade energética nacional em 628 MW de capacidade,
sendo que esta capacidade de produção é realizada por dois grupos com 314MW de
capacidade cada um.
A Central Termoeléctrica do Pego fica situada a
150 km a NE da cidade de Lisboa, na margem esquerda do rio Tejo, nas freguesias
do Pego e Concavada, distando cerca de 8 km da cidade de Abrantes, que é sede
de Concelho e de Comarca, tendo sido construída durante os anos 1988 a 1995.
Esta Central tem uma produção correspondente a cerca de 11% da energia elétrica
consumida em Portugal.
Em condições de utilização plena dos dois
grupos com uma disponibilidade média de 99 %, a Central Termoeléctrica do Pego
garante uma produção anual de 5 milhões de MWh.
| fonte: http://danossajanela.blogspot.pt/ |
Neste
momento a Central dá emprego a cerca de 200 funcionários, sendo que na altura
da sua construção chegou a empregar cerca de 2000 funcionários, sendo que
trouxe à região um créscimo económico pois induziu a nível local uma procura
intensa de materiais de construção, serviços (cerâmica, betão, inertes,
madeiras, transportes, hotelaria, etc.), e mão-de-obra.
Segundo o relatório de 2011 a
empresa empenha-se no bem-estar geral e na minimização de potenciais
incidentes, incluindo os que envolvam substâncias perigosas e possam decorrer
da sua atividade, com impacto na comunidade em geral e nos parceiros de
negócio, nos seus colaboradores e em terceiros, fazendo da promoção da sua
proteção uma obrigação e uma cultura intrínseca, de forma a assegurá-la a um
nível elevado, apostando na formação dos seus colaboradores de forma a
minimizar qualquer incidente.
Os assuntos de Ambiente e de
Segurança e Saúde no Trabalho são tratados ao mesmo nível das atividades
operacionais da empresa, sendo disponibilizados os recursos adequados para a
implementação dos requisitos dos Sistemas de Gestão e alcançar os objetivos
estabelecidos.
Assumindo como princípio que
todas as atividades, mesmo as mais urgentes ou importantes, devem ser planeadas
adequadamente para serem executadas em segurança para as pessoas e ambiente, o
planeamento é visto como um ponto fulcral para a diminuição de quaisquer
impactos nocivos. Para a empresa o cumprimento das responsabilidades legais, são
consideradas apenas como um ponto de partida, pois sempre que possível o
trabalho é realizada em parceria com entidades oficiais de forma a ir além dos
pressupostos legais aumentando assim a proteção ambiental, de forma a melhorar
continuamente a prestação empresarial na sua vertente ambiental. Comprometem-se em manter e elevar o seu padrão
de Segurança, de modo a minimizar os incidentes, lesões e doenças
profissionais, em particular os resultantes da exposição a riscos elétricos, ao
ruído e os decorrentes de situações de emergência (incêndio/explosão), tendo
implementado um plano de ação de emergência.
A melhoria contínua de processos
e práticas e dos locais de trabalho, assim como a preparação, e testes dos
planos de atuação para responder a emergências, de forma a permitir minimizar o
impacto ambiental e maximizar a segurança e saúde das pessoas.
Prevenir os incidentes, através
de uma monitorização contínua dos processos de trabalho é uma prioridade da
empresa de forma a manter os elevados padrões de segurança e saúde a que se
comprometem.
Cláudio Jardim 14/04/2014
terça-feira, 11 de março de 2014
Os países da Ásia e do Pacífico estão a falhar em impedir perda florestal, a ONU alerta
| Uma estrada de acesso é construído em uma floresta de turfeiras sendo desmatadas para da lugar a uma plantação de óleo de palma em Trumon subdistrito, na província de Aceh, na ilha indonésia de Sumatra. Fotografia: CHAIDEER MAHYUDDIN / AFP / Getty Images |
Segundo o TheGuardian os países da Ásia e do Pacífico não está a conseguir travar os desmatamento das suas florestas, criando assim um problema ambiental e aumentando a desertificação de muito terrenos.
Este problema deve-se em grande parte à exploração dos terrenos para a produção de óleo de palma, fazendo com que a cada ano estejam a desaparecer 20 Km2 de florestas segundo Patrick Durst, oficial florestal senior da FAO disse em uma conferência de alimentos em Ulan Bator .
Este problema deve-se em grande parte à exploração dos terrenos para a produção de óleo de palma, fazendo com que a cada ano estejam a desaparecer 20 Km2 de florestas segundo Patrick Durst, oficial florestal senior da FAO disse em uma conferência de alimentos em Ulan Bator .
Na China e na Mongólia, sobre- pastoreio e má gestão da terra significa que os pastores cada vez mais têm que desistir de alimentar o gado por falta de alimento e têm de procurar novos empregos nas cidades de rápido crescimento. Aumentando assim o impacto que cidades têm sobre o ambiente, tal como podemos ver na China nestes últimos anos.
Os dados da WWF mostram a região do Grande Mekong perdeu um terço de suas florestas nos últimos 35 anos até 2009 , apesar de as taxas de desmatamento terem diminuído um pouco nos últimos anos.
Uma gestão florestal sustentável é necessária para que haja um desmatamento controlado e sustentável, ajudando assim a reparar os impactos negativos dos últimos anos nestes países. Mas para isso tem de haver muita vontade politica e algum investimento, principalmente às populações que têm na agricultura o seu meio de subsistência.
Uma gestão florestal sustentável é necessária para que haja um desmatamento controlado e sustentável, ajudando assim a reparar os impactos negativos dos últimos anos nestes países. Mas para isso tem de haver muita vontade politica e algum investimento, principalmente às populações que têm na agricultura o seu meio de subsistência.
Em busca de notícias positivas , a FAO disse que, enquanto a perda de florestas naturais continuam , a cobertura florestal actual na região tem aumentado ao longo dos últimos 20 anos, principalmente graças a programas de reflorestamento na China, Índia e Vietname.
Mas os especialistas dizem que os problemas só pioraram em muitas áreas reflorestadas porque biologicamente diversas florestas foram substituídas por uma única espécie plantada para fins comerciais , tais como óleo de palma e plantações de borracha .
Na província de Yunnan, na China , por exemplo, os especialistas dizem que as políticas de reflorestamento são parcialmente responsáveis por uma seca de quatro anos , apesar de ser uma região rica em chuva.
Menos de 10% da floresta natural de Yunnan permanece, e árvores plantadas recentemente comerciais não têm a capacidade de regular o fluxo de água subterrânea . Porque estas precisam de consumir mais água do que as árvores nativas, consumindo grande parte dos recursos hídricos da região de água.
"Misturando árvores com ervas em áreas secas iria garantir a sua sobrevivência e proteger a biodiversidade , isolar as pragas e limitar os incêndios florestais ", disse Jin Zhonghao , diretor Chinês para a rede de floresta e comércio global da WWF.
Fonte: http://www.theguardian.com/environment/2014/mar/11/asia-pacific-countries-forest-loss-un?CMP=twt_fd em 11/03/2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Green Project Awards apresentados dia 27 de Fevereiro 2014
A cerimónia de entrega dos prémios EBAEpis (European Business Awards for the
Environment – Prémio Inovação para a Sustentabilidade) vai decorrer também no
dia 27 de fevereiro, no âmbito da conferência do GPA Portugal. Os
prémios pretendem reconhecer e premiar empresas públicas e privadas que se distingam
pelo seu desempenho e/ou práticas inovadoras no domínio do desenvolvimento
sustentável. Depois de premiados em Portugal, os projetos vencedores seguirão
para a Comissão Europeia, onde serão avaliados com os seus pares europeus. A
partir de 2014, os finalistas do GPA serão os candidatos elegíveis para os
prémios europeus. Os EBAEpis são uma iniciativa da Comissão Europeia que em
Portugal tem organização da APA, em colaboração com o Departamento de
Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais, Direcção-Geral das
Atividades Económicas, BCSD Portugal e GCI. Desde 2013, os EBAEpis estão em
processo de fusão com o GPA.
PROGRAMA
CONFERÊNCIA GPA: INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NAS CIDADES DO FUTURO
&
ENTREGA DOS EUROPEAN BUSINESS AWARDS FOR THE ENVIRONMENT - PRÉMIO DE INOVAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADECULTURGEST, 27 FEVEREIRO DE 2014
14h00
|
Acreditação
|
14h15
|
Abertura
|
14h20
|
O papel das Cidades Sustentáveis na construção de um País Competitivo
|
15h30
|
Coffee Break
|
15h45
|
Os desafios das cidades do futuro: Economia, Sociedade e Ambiente
|
16h45 |
Entrega dos prémios EBAE - European Business Awards for the Environment - Prémio de Inovação para a Sustentabilidade (EBAEpis)
|
17h30 |
Encerramento
|
Faz a tua inscrição gratuita em:
http://www.eventbrite.com/e/registo-conferencias-gpa-inovacao-e-sustentabilidade-nas-cidades-do-futuro-10367400173?aff=emailconvite20140128quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
O que significa para Portugal ter investigadores de topo?
Este deveria ser o discurso do nosso Governo e não o contrário.
Temos investigadores de topo e os mesmos devem ser mantidos em Portugal, pois as bolsas "premeiam" a investigação em si, mas o investigador em concreto, ou seja o investigador irá levar esses apoios e ainda mais importante esse conhecimento com ele caso não tenha apoios. E quando ouvimos falar nisto muitos de nós pensamos lá estão eles com ameaças que se vão embora... pois é, não são ameaças, é sim uma realidade. Neste momento poderíamos ter uma rede de investigação muito maior e melhor se tivesse-mos dado os apoios certos nas alturas certas.
Cláudio Jardim 29/01/2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Portugal tem dois meses para legislar sobre transporte de mercadorias perigosas
Hoje a União Europeia deu a Portugal 2 meses para colocar em vigor a legislação sobre transporte de mercadorias perigosas dentro do espaço da UE, quer seja para transportes terrestres (caminhos de ferro e estradas) quer seja por via navegável.
Estes incumprimentos serão severamente penalizados caso não sejam cumpridas as instruções legislativas europeias.
O incumprimento apontado baseia-se na obrigatoriedade do transportador ter um seguro que cubra qualquer derramamento de matérias perigosas em caso de acidente, de modo a cumprir com a convenção internacional sobre a responsabilidade civil por danos causados pela poluição petrolífera, entre outra pequenas alterações legislativas, esta Convenção de Bancas data de 2001.
Claudio Jardim 23/01/2014
Estes incumprimentos serão severamente penalizados caso não sejam cumpridas as instruções legislativas europeias.
O incumprimento apontado baseia-se na obrigatoriedade do transportador ter um seguro que cubra qualquer derramamento de matérias perigosas em caso de acidente, de modo a cumprir com a convenção internacional sobre a responsabilidade civil por danos causados pela poluição petrolífera, entre outra pequenas alterações legislativas, esta Convenção de Bancas data de 2001.
Claudio Jardim 23/01/2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Agricultura europeia: como fazer comida acessível, saudável e 'verde'
Para produzir alimentos em quantidade suficiente, a Europa depende de agricultura intensiva, que tem um impacto sobre o meio ambiente e nossa saúde. Poderá a Europa encontrar um ambiente amigável de maneira e produzir alimentos? Colocamos esta pergunta a Ybele Hoogeveen que está liderando um grupo de trabalho na Agência Europeia do Ambiente, sobre o impacto do uso de recursos sobre o meio ambiente e bem-estar humano.
![]() |
| Image © G. Karadeniz/EEA |
No relatório recentemente publicado pela EEE , o alimento é identificado como um dos principais sistemas que tem um impacto sobre o meio ambiente . O que é um sistema alimentar? Como isso nos afeta?
O termo " sistema alimentar " abrange todos os processos e toda a infra-estrutura que estabelecemos para produzir e consumir alimentos . Ele inclui a agricultura , o comércio , varejo, transporte o consumo e o desperdício. O alimento é uma necessidade humana básica . Além de estar disponível, a nossa comida deve ser de alta qualidade e acessível, em outras palavras, não contaminado e acessível.
Há uma forte ligação entre a nossa saúde e bem-estar e alimentação. Tanto a desnutrição e a obesidade são problemas de saúde diretamente ligados à alimentação. A agricultura também contribui para as alterações climáticas e a poluição atmosférica e da água, factores os quais podem afetar a saúde humana e o bem-estar de forma indireta.
Quando vamos ver mais de perto, vemos também que a agricultura tem um papel sócio-económico muito importante. Em muitas comunidades rurais , constitui a espinha dorsal da economia local, representa um modo de vida e uma interação com a natureza que nos fornece um valor cultural e recreativo. A forma como produzimos nosso alimento afeta a atratividade da paisagem em que vivemos.
Existem características e tendências que podemos ver na Europa no que diz respeito à produção e consumo de alimentos?
Em geral , a Europa tem os sistemas de produção agrícola moderna e terras aptas para a agricultura. A produtividade por hectare aumentou consideravelmente, particularmente na segunda metade do século 20. Dada a sua diversidade de terrenos agrícolas e climas, a Europa produz uma vasta gama de produtos. Mas também depende de importações, principalmente de forragens, frutas frescas e legumes, enquanto a exportação realiza a de alimentos processados, principalmente.
Do lado do consumo, houve algumas mudanças na dieta nos últimos anos. Por exemplo, o consumo de carne vermelha aumentou consideravelmente nos últimos cinco décadas. Mas em comparação com os níveis de 1995, vemos um declínio de 10 % no consumo de carne por pessoa. Por outro lado, os europeus estão comendo mais aves, peixes e frutos do mar, frutas e legumes.
Quais são os desafios sistemas alimentares da Europa terá de enfrentar nas próximas décadas ?
Há duas questões principais de preocupação na Europa, o primeiro é sócio-económico, urbanização e mudanças de estilo de vida associados mostram que a agricultura está cada vez menos atraente como uma actividade económica. O número de agricultores na Europa está em declínio e sua idade média está subindo. A manutenção de atividades agrícolas, particularmente em áreas de baixa produtividade, torna-se difícil. Algumas terras agrícolas estão sendo abandonadas e isso pode ter repercussões na economia local para as áreas onde a actividade agrícola na verdade acaba por ajudar a preservar a natureza.
A segunda é a intensificação. Estamos a falar de rendimentos mais elevados por hectare através de upscaling, mecanização, drenagem, irrigação e aplicação de fertilizantes e pesticidas. Isso aumenta a rentabilidade e significa que precisamos de menos terra para a agricultura. Por outro lado, reduz a biodiversidade da terra e aumenta a poluição dos solos, rios e lagos.
A mudança climática também vai afetar a produtividade agrícola em toda a Europa. Muitas regiões podem precisar de se adaptar às mudanças nas estações de crescimento e de chuvas.
Poderá a Europa mudar de agricultura intensiva para agricultura extensiva ?
Uma mudança para sistemas de baixa produtividade seria irrealista e contraproducente. Não podemos permitir que a agricultura passe a ser ineficiente, economicamente nem ambientalmente. Ao mesmo tempo, precisamos reduzir a poluição realizada pela agricultura. Isso representa um dilema. A agricultura orgânica (sem agrotóxicos e fertilizantes ) também pode ser intensivo, mas é estimado que pode produzir cerca de 20% menos do que a agricultura intensiva. Para continuar a produzir a mesma quantidade de comida, nós, então, temos a necessidade de alocar mais terras para a agricultura.
Tal mudança também teria efeitos globais. Como a UE é um dos maiores produtores e exportadores de alimentos, qualquer redução significativa na sua produção também afetaria a produção global e, consequentemente, os preços dos alimentos. Os aumentos nos preços dos alimentos atingiu todos os segmentos da sociedade, as famílias de baixos rendimentos, em particular. Isso iria contra o objetivo de alimento acessível e disponível .
O que seria um cenário ideal?
Agricultura será sempre uma das principais actividades humanas com impacto no meio ambiente. Contudo, estes efeitos podem ser reduzidos, em várias formas. A transição para sistemas de baixo custo inovadores (por exemplo, o emprego de técnicas de agricultura orgânica e de precisão) aparece na balança como o melhor caminho a seguir.
Melhorar o lado da produção, provavelmente não seria suficiente, tendo em vista a crescente demanda mundial por alimentos, fibras e energia. Precisamos de ganhos de eficiência adicionais em outras partes do sistema alimentar, como o transporte, varejo e consumo.
Grandes áreas de terra são usadas para produzir forragem para alimentar o gado para a produção de carne. Uma mudança na dieta de menos carne para mais vegetais certamente aliviar a pressão sobre o uso global da terra. Ou pegar no exemplo de desperdício de alimentos . Entre 30 e 40 % do alimento produzido é desperdiçado na Europa . Os resíduos alimentares começam no campo, continua nos transportes, no varejo e termina em nossas casas. A cada passo, estamos perdendo a terra, a água e a energia utilizada para os alimentos que nem são consumindos.
Política Agrícola Comum da UE desempenha um papel fundamental aqui. As recentes reformas quebraram em grande parte a ligação entre os pagamentos aos agricultores e suas saídas. O cumprimento da legislação ambiental é necessário para beneficiar do apoio financeiro, e algumas medidas de ecologização são obrigatórios. Embora isso tenha ajudado a evitar a superprodução e pode aliviar as pressões ambientais, mais pode ser feito, por exemplo, para reduzir a dependência de fertilizantes minerais e pesticidas.
Agricultura também concorre para a terra com energia ( biocombustíveis ), habitação e áreas urbanas. Melhor do Ordenamento do Território, como onde ter a agricultura intensiva, onde manter a extensiva e de baixo input também ajudaria a usar a terra de forma mais eficiente e reduzir a exposição humana a pressões ambientais .
No geral, o cenário ideal prevê uma utilização mais eficiente dos recursos que temos em mãos, a terra e a água, em particular. Nosso recente relatório sobre os indicadores temos um olhar mais amplo no uso de recursos e isso conecta o sistema de alimentação com os outros sistemas principais: energia, lares e materiais.
Fonte: Interview published in the issue no.2013/2 of the EEA newsletter, December 2013.
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