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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O solo

 Onde tudo começa e onde tudo acaba, é assim que muitas vezes falamos dos solos, mas durante toda a nossa vida na terra será que respeitamos esse mesmo solo de onde viemos?
 Uma fina camada deste planeta que faz com este seja o maior organismo vivo de todos, aquele que ninguém pensa se está bem de saúde ou mal, aquele que mesmo que poluído não se vê, pois não fica turvo como a água ou acido como a chuva.


Cláudio Jardim 13/11/2014

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Nuvem Monarca

  Na semana passada no estado de St. Louis nos Estados Unidos da América os meteorologistas ficaram apreensivos, com uma nuvem que apareceu nos seus radares a cerca de 5000 pés de altitude, com forma de uma borboleta, esta apresentava uma densidade muito estranha, assim como a velocidade com que mudava de forma e voltava à forma inicial.

 Esta semana apareceu a explicação para tal facto, era mesmo borboletas, não uma nem duas, mas sim milhares delas a rumar para o México na já conhecida migração de inverno desta espécie a Danaus plexippus

Foto: Ilha da Madeira 2014
 Esta espécie é é conhecida por suas longas migrações anuais. É a única espécie conhecida de borboleta que faz migrações anuais norte-sul, como muitas espécies de aves fazem.

 Estima-se que cerca de 60 milhões a 1000 milhões de borboletas cheguem ao México a cada inverno vindas da América do Norte. Essas borboletas passam cerca de cinco meses na região do México, chegando em Outubro e partindo em Março. Esse tipo de migração é único no mundo.


 Em Portugal podemos observar esta espécie no sul do país e na Ilha da Madeira onde são avistadas com muita regularidade nos jardins do Funchal.

Fonte: http://www.huffingtonpost.com/

Cláudio Jardim 26/09/2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como ajudar a WWF em Portugal

A consciência ambiental e a conservação da natureza devem ser exercitadas não só pela sociedade, mas também por cada um de nós no nosso dia a dia.

Ao fazermos a nossa parte em casa, no trabalho e mobilizando as pessoas que nos são próximas, estamos a colaborar para um planeta mais saudável.
Siga as nossas dicas Viva Verde, divulgue-as a amigos e familiares e contribua para proteger a natureza em Portugal e no mundo!
O que come e que consome faz toda a diferença no futuro do nosso planeta, assim sendo aprenda a consumir com moderação e não se esqueça de dar prioridade a produtos ‘Amigos do Ambiente’.... sempre!
Conheça Produtos WWF 

terça-feira, 11 de março de 2014

Os países da Ásia e do Pacífico estão a falhar em impedir perda florestal, a ONU alerta

Uma estrada de acesso é construído em uma floresta de turfeiras sendo desmatadas para da lugar a uma plantação de óleo de palma em Trumon subdistrito, na província de Aceh, na ilha indonésia de Sumatra.
Fotografia: CHAIDEER MAHYUDDIN / AFP / Getty Images

 Segundo o TheGuardian os países da Ásia e do Pacífico não está a conseguir travar os desmatamento das suas florestas, criando assim um problema ambiental e aumentando a desertificação de muito terrenos.
 Este problema deve-se em grande parte à exploração dos terrenos para a produção de óleo de palma, fazendo com que a cada ano estejam a desaparecer 20 Km2 de florestas segundo Patrick Durst, oficial florestal senior da FAO disse em uma conferência de alimentos em Ulan Bator .

Na China e na Mongólia, sobre- pastoreio e má gestão da terra significa que os pastores cada vez mais têm que desistir de alimentar o gado por falta de alimento e têm de procurar novos empregos nas cidades de rápido crescimento. Aumentando assim o impacto que cidades têm sobre o ambiente, tal como podemos ver na China nestes últimos anos.

Os dados da WWF mostram a região do Grande Mekong perdeu um terço de suas florestas nos últimos 35 anos até 2009 , apesar de as taxas de desmatamento terem diminuído um pouco nos últimos anos.
 Uma gestão florestal sustentável é necessária para que haja um desmatamento controlado e sustentável, ajudando assim a reparar os impactos negativos dos últimos anos nestes países. Mas para isso tem de haver muita vontade politica e algum investimento, principalmente às populações que têm na agricultura o seu meio de subsistência.

Em busca de notícias positivas , a FAO disse que, enquanto a perda de florestas naturais continuam , a cobertura florestal actual na região tem aumentado ao longo dos últimos 20 anos, principalmente graças a programas de reflorestamento na China, Índia e Vietname.

Mas os especialistas dizem que os problemas só pioraram em muitas áreas reflorestadas porque biologicamente diversas florestas foram substituídas por uma única espécie plantada para fins comerciais , tais como óleo de palma e plantações de borracha .

Na província de Yunnan, na China , por exemplo, os especialistas dizem que as políticas de reflorestamento são parcialmente responsáveis ​​por uma seca de quatro anos , apesar de ser uma região rica em chuva.

Menos de 10% da floresta natural de Yunnan permanece, e árvores plantadas recentemente comerciais não têm a capacidade de regular o fluxo de água subterrânea . Porque estas precisam de consumir mais água do que as árvores nativas, consumindo grande parte dos recursos hídricos da região de água.

"Misturando árvores com ervas em áreas secas iria garantir a sua sobrevivência e proteger a biodiversidade , isolar as pragas e limitar os incêndios florestais ", disse Jin Zhonghao , diretor Chinês para a rede de floresta e comércio global da WWF.

Fonte: http://www.theguardian.com/environment/2014/mar/11/asia-pacific-countries-forest-loss-un?CMP=twt_fd em 11/03/2014

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Faz hoje 5 anos (20 de Fevereiro)

 Faz hoje 5 anos que acordei num sábado cheio de chuva, o qual nas zonas altas de Stº António no Funchal assustador até mesmo aos mais corajosos, pelo que optei por ficar em casa e nem sair para ir tomar o pequeno almoço como num sábado normal.
 Durante o decorrer da manhã tudo parecia normal até que as noticias extra da RTP Madeira foram as primeiras a nos alertar para o que estava a acontecer, o que parecia acabado de sair de um filme com muitos e muitos efeitos especiais, era inacreditável que o Funchal estava a ser destruído pela força das águas, e tenho de salientar que a RTPM foi pioneira e muito profissional na transmissão de alertas e imagens transmitidas de forma a alertar a população para o que estava a acontecer na nossa ilha.
 Um pouco mais tarde por volta das 14 horas achei por bem sair de casa e verificar como tudo estava nas redondezas o que me levou a ficar boquiaberto com a sorte que tinha sido bafejado, pois tinha conseguido saber de toda a minha família e tinha a certeza que estavam bem, o que infelizmente muita gente levou até ao final do dia a saber. Mas regressando à minha saída pelas redondezas da zona da Graça em Stº António, fiquei muito chocado com o que via, desde carros a cerca de 2 metros de alto arrastado por terras e pendurados nos muros, como um bar que costumava frequentar cheio de gente a ver as noticias e a chorar num tom de desespero total pois alguns estavam apenas de cuecas, devido a terem perdido literalmente tudo, desde a casa até à roupa do corpo, isto sem falar nas inúmeras pessoas que não sabiam dos seus familiares e que estavam totalmente em pânico apenas com o conforto dos vizinhos e conhecidos que por ali se encontravam.
 De volta a casa alertei um familiar para pegar em alguns mantimentos e saímos para ver o que poderíamos fazer para ajudar aqueles com quem nos cruzamos todos os dias, e que muitas vezes nem cumprimentamos, talvez por uma questão de pressa ou mesmo de hábitos criados ao longo dos anos, mas infelizmente era mesmo impossível chegar às zonas mais afectadas, pois o estado dos terrenos era muito instável, o que nos levou a voltar para trás pois mais vale não comprometer ainda mais o trabalho das entidades oficiais no terreno, pois por vezes a melhor ajuda é não ajudar por muito que nos custe e por muito que nos faça sentir impotentes, que nos sentimos na altura infelizmente.
 A cair da noite e após tentar contactar alguns amigos e familiares a saber da sua situação e de como poderíamos ajudar,  lá definimos prioridades e acabamos por ir para a zona do Mercado dos Lavradores ajudar alguns amigos que tinham ficado com os seus pertences destruídos, sendo que nunca vou esquecer situações como ver pessoas a se passear pelas ruas do Funchal com um ar curioso, outros de máquinas e telemóveis na mão a tirar fotografias e até mesmo a por a sua vida em risco.
 Mas neste dia tive muito orgulho em ser Madeirense, pois era enorme o número de pessoas solidárias que ajudavam os seus e até mesmo meros desconhecidos a tentar refazer a sua vida a partir da lama, pois eram imensas as pessoas de pá e enxada pelas ruas a perguntar de porta em porta quem precisava de ajuda.
 Ainda hoje falo com pessoas que conheci nesses dias e que me ficaram na memória pela sua atitude altruísta, pessoas que calçaram as galochas e pegaram na pá para ajudar familiares, amigos, conhecidos ou mesmo desconhecidos. 
 Aqui ficam algumas fotos do impacto que teve este aluvião, sem que aponte ao desordenamento do território ou à falta de manutenção do património natural como as florestas a montante da cidade do Funchal, pois temos de aprender com os erros e corrigi-los, não vale a pena estar a apontar o dedo a este e aquele pois já nada há a fazer, principalmente aqueles que perderam amigos e familiares nesta tragédia, e a maior atitude que podemos ter por essas pessoas é sermos um pouco mais altruístas todos os dias.  















 Passados estes cinco anos, continuo a pensar na sorte que tive de ninguém da minha família e amigos ter perdido a vida neste fatídico sábado. Na sorte que tive em ficar em casa a descansar mais um pouco e não sair para ir para o centro ter com os meus amigos ou levar o meu filho a brincar no parque.

Cláudio Jardim 20/02/2015

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Cometa ISON provocará chuva de estrelas esta noite.

 Segundo cientista esta noite poderá ser possível ver uma chuva de pequenos meteoros provenientes da destruição do cometa Ison em em Novembro passado, sendo que muitos cientistas estão um pouco céticos sobre a possibilidade de os mesmos serem visto a olho nu, sendo possível ver apenas uma cor azulada nos céus devido às chamadas nuvens noctilucentes.
Nuvens noctilucentes parecendo com uma aurora boreal
"Mas será difícil acompanhar o fenómeno. Isso porque as partículas geradas pela "morte" do Ison são muito pequenas para produzir meteoros brilhantes o suficiente para serem vistos a olho nu.
Talvez seja possível ver nuvens noctilucentes, formadas por minúsculos cristais de gelo no limite superior da mesosfera. Esses grãos chegam tão alto na atmosfera porque são originários de cometas que deixam essas partículas pelo caminho ao longo de sua órbita.
Esses cristais se formam porque cometas são corpos rochosos de pó e gelo. Alguns deles, como Ison, surgem do exterior do Sistema Solar, a partir de uma zona chamada de Nuvem de Oort. Ison, por exemplo, tinha um diâmetro de cinco quilômetros, sendo composto principalmente de gelo, gases congelados e poeira.
Antes de chegar perto da nossa estrela, o objeto celeste passou muito perto da Terra. Depois, o cometa atingiu o periélio, o ponto de sua trajetória mais próximo do Sol. A distância foi de apenas 1,2 milhão de quilômetros e passou por uma temperatura de quase 3 mil graus centígrados.
Descoberto em Setembro de 2012 por dois astrónomos russos, o Ison foi apelidado de "cometa do século" após previsões indicarem que ele poderia aparecer tão grande e brilhante como a Lua Cheia quando visto da Terra durante a passagem pelo Sol." segundo 

Cláudio Jardim 17/01/2014

Andamos preocupados com questões erradas?

 O mundo anda preocupado em ter guerras, lutar por petróleo, dinheiro e poder, e vai criando falsos refugiados, sim falsos refugiados, esta ...