segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Uma visão da sociedade sobre responsabilidade social das empresas


Este post é um gritar de revolta sobre muitas e muitas pessoas que vêm algumas atitudes empresariais como mero oportunismo, e isto porque hoje após o regresso a casa do Daniel (criança desaparecida durante três dias na Ilha da Madeira) uma grande superfície teve a atitude de oferecer um cabaz de compras à família, a qual sofre de muitas carências.

 E ao ler os diversos comentários na noticia fiquei estupefato com tanto disparate junto, pois é verdade que a empresa terá publicidade, é um facto que foi lá na hora que estavam todos os órgãos de comunicação social presentes, é também um facto que irá tirar muito partido publicitário de tal atitude, mas mais importante é a atitude positiva de realizar uma oferta a esta família. As pessoas por detrás desta empresa têm formação para a representar ao nível da responsabilidade social e ao apresentar as diversas acções, as mesmas são ponderadas pelos altos cargos do grupo os quais muitas vezes querem aliar estas ajudas à tão famosa publicidade.

 E se formos a ver esta empresa é das poucas em Portugal que mesmo se aproveitando da desgraça alheia, acaba por contribuir com algo de positivo para aqueles que foram atingidos por algum tipo de tragédia na sua vida.
 Não estou a defender este ou aquele grupo, pois tenho mesmo uma posição muito particular sobre o monopólio que os mesmo operam no nosso país, assim como discordo que as mesmas operem em paraísos fiscais penalizando assim a nossa economia, e sendo assim muito irresponsáveis socialmente.

Quando se fala de RSE fala-se, normalmente, da reciclagem do lixo doméstico e industrial, da reciclagem de toners, plásticos e papel, mas também do respeito pelas pessoas com quem se convive diariamente e ainda do apoio que se presta à sociedade.Uma organização socialmente responsável tem em consideração, nas decisões que toma, a comunidade onde se insere e o ambiente onde opera. Há quem defenda que as organizações, como motor de desenvolvimento económico, tecnológico e humano, só se realizam plenamente quando consideram na sua actividade o respeito pelos direitos humanos, o investimento na valorização pessoal, a protecção do ambiente, o combate à corrupção, o cumprimento das normas sociais e o respeito pelos valores e princípios éticos da sociedade em que se inserem.

Cláudio Jardim 29/01/2014

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